De repente tudo desmoronou, a chuva lavou toda minha alegria e minhas esperanças. E essas batidas que antes leves que embalavam, agora me afligem porque não mais as ouvirei. Toda vida planejada que eu tinha, hoje não passa de tinta quase se apagando, e aqueles dias que eu sorria, hoje no meu rosto nada se delineia. E ainda se acham no direito de me dizer mentiras e enganar-me sem receio algum, de me iludirem com palavras doces, que eu tola, daria o mundo para que fossem verdades. Aonde o vento vai me pousar? Que outros tempos ele me levará? Onde eu posso encontrar aquele paz que seus tambores não tocam mais?