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Mostrando postagens de dezembro, 2015

Enfim, o fim

Muitas vezes sou um perigo para mim mesma, minha mente é um carrossel, eu sinto tudo e depois não sinto nada. Tinha uma coisa trancada aqui, os meus sem cor e eu quase me apagando, então depois de você, o mundo, as novidades, os planos, uma esperança. Pela primeira vez acordei e não era você que estava na minha cabeça, e foi como respirar depois de um bom tempo sufocando. Espero que seu ego já tenha sido inflado o suficiente por mim, porque essa atenção não será mais sua, se você queria me ver feliz, fique em paz, eu estou agora, as coisas passam, mesmo as que mais doem, mas o amor cura, o amor da sua gente, dos amigos de verdade, que te olham e conseguem enxergar em você o que às vezes você não conseguia mais, e recarregam toda a energia perdida numa história torta e de mentira. Amar nunca foi fazer isso, e não se cresce assim, você pode estar fazendo muitas coisas, mas eu não sei se classificaria como "crescendo". Acho que amor foi ter ido embora, desamor foi não ter ido...

Para quem não lerá

Faz três anos que nos conhecemos, é pouco tempo se eu analisar minha amizades mais sólidas, nosso contato foi direto nesses três anos, mas não se solidificou, se dispersaram três anos em seis meses, e nos espalhamos por aí em lençóis e luzes. Você não precisava ter feito dessa forma, apenas isso, de um jeito onde eu, cercada de pessoas, apena uma me fez sentir em completa solidão, jamais imaginei que nos tornaríamos total desconhecidas uma para a outra, e que eu me tornaria pra você o que todas as outras foram. Sei nada e tudo dessa história, e sei também que não existe mais amor, e se existe, nem eu nem você nunca mais tocaremos no assunto, provavelmente pra você acabou antes, eu sei, o fim de todos os casais. Embalando os móveis eu vi cada pedaço da nossa história indo embora de vez, naqueles plásticos estava sufocado também a atenção que eu quis te dar e o erro por ter te implorado por amor, me assemelhei ao móveis por seu desuso total quando não são mais úteis, ou novos ou quand...
Gostaria de dizer que o que nos mantém juntas são essas vindas repentinas e o ódio, a sede, mas só quebramos de vez, sem sexo de despedida, sem incertezas, sem saudades, apenas a lacuna que ficou entre meu ano de 2012 até então, apenas essa história que eu nunca vou entender. Logo vai ficar cada vez mais longe, não dá tempo mais...