Não adianta perguntar porque você sempre vai embora, você já foi de novo e eu só tenho que outra vez, costurar o que fica aberto dentro de mim, qual o prazer doentio nisso tudo? Por que parece ser tão proposital? O que eu te fiz de mal pra você me infligir esse sofrimento? Eu te perguntei já, eu te pedi pra não fazer de novo. Quando curar, quando fechar, não me abra de novo, dessa vez as malas estão na porta, e logo as minhas não vão estar mais aqui, logo o ar que eu vou respirar não será mais o mesmo.