Você se lembra de quando reparou o meu olhar pela primeira vez? Do tempo que fazia, sobre o que a gente conversou, do que você tinha gostado em mim?
Enfrentou dragões e guerreiros, atravessamos ventanias cortantes, e eu não me dava conta que era você que me aquecia, que me inspirava. Eu nem dormia, você me aparecia me convidando para um sonho, a milhas de distância você falava comigo e nem disfarçava o que sentia, eu gostava de você, e eu sinto a sua falta.
Faz tanto frio esses dias, quem caminhava ao meu lado se foi, fugiu tão de repente, eu tenho vontade de subir em um arranha-céu e gritar para você embaixo:
_ Você gostava de mim! Você dizia que me amava! Não se esquece alguém tão rápido, tão fácil, ninguém é tão volátil assim.
Se você disser que já não me ama eu pulo! Eu pulo!
Então eu desceria, e você me abraçaria, e no meio das minhas lágrimas surgiria um sorriso que antecederia novamente a troca de amores, que aconteceu tão ingênua e simplesmente, num frenesi de aromas e sensações, que me voltam à memória. E e machuca de saudade a dor que vem, incurável, fica imóvel, nos admira enquanto a sentimos.
Não sei o que sinto, de tanto que eu sinto, os sentimentos, se afogam quando os transformo em palavras, e não saem de mim.
As pessoas que passaram por nós continuam, só você resolveu partir, mas não saiu de mim, é isso que me mata aos poucos, é isso que eu não quero acreditar, significamos tanto, para virarmos tão pouco, quisemos dizer tanto em palavras e toques e agora não nos sentimos mais, o que foi que fizemos do futuro? O que fizemos do passado? Um erro?
É tanto o que sinto, é tanta coisa que não digo, e o mais difícil de todas elas é dizer adeus.
Enfrentou dragões e guerreiros, atravessamos ventanias cortantes, e eu não me dava conta que era você que me aquecia, que me inspirava. Eu nem dormia, você me aparecia me convidando para um sonho, a milhas de distância você falava comigo e nem disfarçava o que sentia, eu gostava de você, e eu sinto a sua falta.
Faz tanto frio esses dias, quem caminhava ao meu lado se foi, fugiu tão de repente, eu tenho vontade de subir em um arranha-céu e gritar para você embaixo:
_ Você gostava de mim! Você dizia que me amava! Não se esquece alguém tão rápido, tão fácil, ninguém é tão volátil assim.
Se você disser que já não me ama eu pulo! Eu pulo!
Então eu desceria, e você me abraçaria, e no meio das minhas lágrimas surgiria um sorriso que antecederia novamente a troca de amores, que aconteceu tão ingênua e simplesmente, num frenesi de aromas e sensações, que me voltam à memória. E e machuca de saudade a dor que vem, incurável, fica imóvel, nos admira enquanto a sentimos.
Não sei o que sinto, de tanto que eu sinto, os sentimentos, se afogam quando os transformo em palavras, e não saem de mim.
As pessoas que passaram por nós continuam, só você resolveu partir, mas não saiu de mim, é isso que me mata aos poucos, é isso que eu não quero acreditar, significamos tanto, para virarmos tão pouco, quisemos dizer tanto em palavras e toques e agora não nos sentimos mais, o que foi que fizemos do futuro? O que fizemos do passado? Um erro?
É tanto o que sinto, é tanta coisa que não digo, e o mais difícil de todas elas é dizer adeus.
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