Não teve “para sempre”, “mais que tudo”, “o resto da minha
vida”. Quem sabe assim possa ter tido a verdade, a nossa verdade íntima e nosso
compromisso além de com a outra, consigo mesma.
Houve dias com todas as certezas sem precisar dizer nenhuma
delas, e em meio ao caos, conseguimos nos encontrar de novo, e vamos driblando
as consequências, e os desencontros tantos.
Até quando? Não conseguimos e nem nos atrevemos a dizer, eu
só penso que cada coisa que eu tenho em mim, seja a resposta de tudo o que eu
procurei, eu não sei nada da vida, e ela costuma me mostrar que eu nunca vou
saber, mas quando você anda comigo eu sempre sei pra onde ir.
E se eu mascaro, eu disfarço, eu finjo, é de susto. Não
existe forma certa, mas a nossa me agrada muito, e a gente não vai perseguir o
para sempre, ele que nos siga.
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