Numa quarta-feira, eu achei uma borboletinha com a asa quebrada aqui no chão do nosso quintal. Peguei então aquele bichinho tão vulnerável e frágil e fui ver se podia fazer alguma coisa por ela. Pesquisei na internet como alimentar borboletas e logo fui fazer a solução de água com açúcar, conforme os resultados da minha rápida pesquisa.
Vi a borboletinha se alimentar na minha mão e como ela procurava ajuda, pousada sempre em mim ou em algum lugar onde eu a colocava.
Além de estar com a asa quebrada ainda lhe faltava uma pata, pensei que ela não sobreviveria nem um minuto se eu a deixasse lá fora em algum lugar. Alimentei e cuidei dela por três dias.
Hoje, um sábado ensolarado, mas frio, peguei a minha protegida e fui no quintal para ela tomar um pouco de Sol. Ela ficou alguns minutos pousada em mim e de repente, aos poucos, foi subindo no meu ombro, e senti aquilo como uma confiança, como um carinho.
Seres humanos e insetos não costumam se dar muito bem, e tanto de um lado quanto de outro, sempre há uma certa resistência à aproximação, o medo ou o asco regem esse distanciamento.
Enfim, depois de fazer sua escalada nas minha costas, a borboletinha alça um voo a poucos metros do chão, para depois com a minha absoluta surpresa, ir cada vez mais alto até sair pela grade de cima do muro, e eu a vejo lá fora voando alto, se tornando livre, e me sinto completamente agradecida por ter tido a oportunidade de ver esse momento, por ter ajudado ela a alçar esse voo alto.
Só torço pra que ela fique bem.
Não sei o que definiria uma vida bem vivida de borboleta, mas espero que essa chegue "lá". Provavelmente ela fez por mim mais do que eu fiz por ela, obrigada borboletinha, voe alto.
Vi a borboletinha se alimentar na minha mão e como ela procurava ajuda, pousada sempre em mim ou em algum lugar onde eu a colocava.
Além de estar com a asa quebrada ainda lhe faltava uma pata, pensei que ela não sobreviveria nem um minuto se eu a deixasse lá fora em algum lugar. Alimentei e cuidei dela por três dias.
Hoje, um sábado ensolarado, mas frio, peguei a minha protegida e fui no quintal para ela tomar um pouco de Sol. Ela ficou alguns minutos pousada em mim e de repente, aos poucos, foi subindo no meu ombro, e senti aquilo como uma confiança, como um carinho.
Seres humanos e insetos não costumam se dar muito bem, e tanto de um lado quanto de outro, sempre há uma certa resistência à aproximação, o medo ou o asco regem esse distanciamento.
Enfim, depois de fazer sua escalada nas minha costas, a borboletinha alça um voo a poucos metros do chão, para depois com a minha absoluta surpresa, ir cada vez mais alto até sair pela grade de cima do muro, e eu a vejo lá fora voando alto, se tornando livre, e me sinto completamente agradecida por ter tido a oportunidade de ver esse momento, por ter ajudado ela a alçar esse voo alto.
Só torço pra que ela fique bem.
Não sei o que definiria uma vida bem vivida de borboleta, mas espero que essa chegue "lá". Provavelmente ela fez por mim mais do que eu fiz por ela, obrigada borboletinha, voe alto.

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