Da calçada ela via as roupas no varal balançando com o vento, se perguntava como algo tão vazio podia ganhar vida daquela forma repentina, pois dentro dela, mais vazio não poderia estar, e nenhum vento traria vida.
Da calçada ela via a vida de uma outra forma, do lado de fora, ela imaginava o que havia dentro, ela queria chegar a algum lugar, mas da calçada, o máximo que alcançaria, seria o outro lado, que era idêntico ao primeiro, não tinha sombra, não tinha paz.
Ela fugiu para nunca mais voltar, ela desistiu de todos, todos nunca a deram uma chance e ela nunca pediu, mas no fundo ela queria, mas ela nunca chorava, mas por dentro, ela morria, ela estava em pé, mas quantas vezes ela caía, e não se levantava.
Todo dia agora ela veste sua fantasia e sai para o seu mundo de brinquedo, ela joga com a realidade e perde cada vez um pouco da sua sanidade, com a sociedade ela aprimora seu sarcasmo, e a sociedade aprimora sua indiferença, é uma troca de favores tão sutil quanto a guerra por poderes.
Ela não se importa com as opiniões, ela aprendeu a não ouvir, ela quase nunca fala, sua feição não é de tristeza, é apenas de indiferença, a pior delas,a que a atinge em primeiro lugar, ela sempre foi egoísta, agora só mente para ela mesma.
Da calçada ela via a vida de uma outra forma, do lado de fora, ela imaginava o que havia dentro, ela queria chegar a algum lugar, mas da calçada, o máximo que alcançaria, seria o outro lado, que era idêntico ao primeiro, não tinha sombra, não tinha paz.
Ela fugiu para nunca mais voltar, ela desistiu de todos, todos nunca a deram uma chance e ela nunca pediu, mas no fundo ela queria, mas ela nunca chorava, mas por dentro, ela morria, ela estava em pé, mas quantas vezes ela caía, e não se levantava.
Todo dia agora ela veste sua fantasia e sai para o seu mundo de brinquedo, ela joga com a realidade e perde cada vez um pouco da sua sanidade, com a sociedade ela aprimora seu sarcasmo, e a sociedade aprimora sua indiferença, é uma troca de favores tão sutil quanto a guerra por poderes.
Ela não se importa com as opiniões, ela aprendeu a não ouvir, ela quase nunca fala, sua feição não é de tristeza, é apenas de indiferença, a pior delas,a que a atinge em primeiro lugar, ela sempre foi egoísta, agora só mente para ela mesma.
Comentários
eu ainda ei de ler um livro seu, alalalaklkalkalkalaklaklaklakalkalkalkalkalaklaklaklak...
ou quem sabe vc não faz jornalismo comigo e viramos uma bela dupla de escritores ou redatores???
lalakaklaklaklkalkalkalklak...
te adoro.
Bjis, Luh...