Só uma pausa, um momento no escuro, um minuto para eu respirar, e no carretel das amarguras enrolar todas as minhas frustrações, enrolar, enrolar, enrolar, dar um nó na ponta, que é para não correr o risco delas escaparem, e jogar bem longe com minha força medíocre e humana.
Ah... agora me deixa encostar a cabeça no travesseiro, eu não quero mais pensar em nada disso, eu já estou me cansando de colocar minha cabeça à mercê das minhas aflições, problemas mundanos, quem dera o único de vocês fosse a preocupação de tê-los.
E como se não me bastasse acho de me entreter com o passado de quem eu amo, que me perturba e me aflige, que me corrói. Oh, ácido dos dias, não caia em forma de chuva, nem de palavras mal ditas, se carregue e vá causar seus danos, mas suma da minha vida, que já me cansei de você.
Ah... agora me deixa encostar a cabeça no travesseiro, eu não quero mais pensar em nada disso, eu já estou me cansando de colocar minha cabeça à mercê das minhas aflições, problemas mundanos, quem dera o único de vocês fosse a preocupação de tê-los.
E como se não me bastasse acho de me entreter com o passado de quem eu amo, que me perturba e me aflige, que me corrói. Oh, ácido dos dias, não caia em forma de chuva, nem de palavras mal ditas, se carregue e vá causar seus danos, mas suma da minha vida, que já me cansei de você.
Comentários