Eu ando pelas ruas enquanto a chuva vai caindo, os meus cabelos molhados mostram que eu consigo ainda sentir alguma coisa, que algo ainda me atinge, depois de todas as situações que me fizeram mais dura, ou dura demais.
Será que alguém consegue me ver com essa cortina de água que se tornou o meu rosto? Será que alguém ainda consegue me salvar dessa tormenta? Será que a chuva nunca mais vai passar?
Eu estou tentando, não diga o contrário, mas meus braços são muito pequenos pra eu abraçar seu mundo, que me escapa todo dia um pouco mais.
Só não tirem minha inspiração, nenhuma delas, que me fazem esquecer por muitos momentos que o dia tem que continuar independente da minha vontade, e que os dias passam, cada vez mais rápido e eu continuo parada debaixo dessa chuva, descobrindo que ninguém tem que me salvar, eu tenho que tentar sozinha, é assim que eu vim, e é assim que eu vou sair.
Será que alguém consegue me ver com essa cortina de água que se tornou o meu rosto? Será que alguém ainda consegue me salvar dessa tormenta? Será que a chuva nunca mais vai passar?
Eu estou tentando, não diga o contrário, mas meus braços são muito pequenos pra eu abraçar seu mundo, que me escapa todo dia um pouco mais.
Só não tirem minha inspiração, nenhuma delas, que me fazem esquecer por muitos momentos que o dia tem que continuar independente da minha vontade, e que os dias passam, cada vez mais rápido e eu continuo parada debaixo dessa chuva, descobrindo que ninguém tem que me salvar, eu tenho que tentar sozinha, é assim que eu vim, e é assim que eu vou sair.
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