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Nossos laços


É dessa maneira que eu pareço mais viva, desse jeito que eu finalmente sinto que faço parte desse mundinho aqui.
Andando, comendo, falando, sorridentes e leves, e então eu sou, sou pelo o que vocês me fazem ser, sou porque vocês me enxergam desse jeito.
E apenas o que tenho a fazer é agradecer por estarem na minha vidda e me fazerem viver novamente o que eu achava que não era mais possível viver.
Espero que seus olhares não tentem se desviar do meu, porque eu quero sempre olhar pra vocês, mesmo que eu tenha que olhar de um lugar distante, quero sempre poder reencontrá-las e poder dar aquele abraço coletivo tão nosso.
Obrigada por serem exatamente quem são e obrigada por me aceitarem do jeito que eu sou, com meus tantos defeitos e chatices.
Vocês são lindas e quando às vezes, se de repente me sinto perdida numa certa loja, e vejo vocês de longe, eu sei que achei meu caminho e vai ficar tudo bem. Amo vocês, sempre

Para Dani e Bia, que me alegraram muito ontem

Comentários

Unknown disse…
Eu adoro seu jeito de escrever.. amei o texto ana!! Amei passar a tarde com vocês também!!

Beijosss.. Bia

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Para você

Oi meu caos, hoje você apertou esses olhos num sorriso e os segundos até você desapertar e configurar novamente seus olhos castanhos num círculo, congelaram até você deixar de sorrir.
  Não sei, acho que com o tempo eu fui perdendo a vontade de escrever só pra mim, como se minha  própria escrita não me saciasse mais, parece que já não sei mais palavras suficientes, que não carrego  mais emoções nas minhas frases, que cada ruga nova que surge no meu rosto contasse mais histórias  que qualquer história que eu pudesse escrever. Poderia ser totalmente dramática e dizer que a vida tirou tudo de mim mas também poderia ser  pragmática e dizer que a quantidade de tempo passada no celular limitou algumas conexões do meu  cérebro e não consigo mais colocar tanta emoção nas coisas. Mas também teve a rapidez com que a  vida passou, as obrigações que tomam todo o tempo livre e o corpo e a mente tão cansados que  quando o ócio chega ele precisa ser rapidamente anestesiado. Também teve a questão da falta do que dizer, ou melhor, da falta de sentir, eu volto ao início porque  foram me faltando palavras, foi me faltando dar nome às coisas...

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