Mergulhos na realidade, sair da sua zona de conforto não é bom, não poderia ser bom, quando acontecem explosões de novidades, goles de uma consciência adormecida, e o que se estimava, já não existe. Você reclama, você cresce, cada vez que você cai, levanta três centímetros mais alto, e você chora como criança, a criança que você não queria abandonar, mas que cada dia que passa, vai se afastando cada vez mais, fecha o portão, diz que vai fugir, que a sua vida é um saco, agora.
E você não pode reclamar, é o preço que se paga, ainda existem coisas boas, que maldita existência a minha! Eu não sei lidar com isso, eu desconheço tanta coisa, e só percebo o que não sei, em cada lugar que eu vou, só aprendo o que eu não sabia, e reclamo, reclamo tanto que vou desaparecendo, eu devia ser árvore, e aqui estou eu reclamando de novo, e achando que não está direito, que nada está direito, que nem esse blog é bom, que ninguém o lê, e se lessem, não gastariam um único segundo absorvendo nada, aliás, só nada poderia ser absorvido dele, nada de mim.
E mesmo assim, esse blog do qual reclamo, é grande parte de mim, é a minha existência, sem muito atrativos, sem muita firula, nada extrordinário, prazer, Ana Carolina. Eu me levo, eu me arrasto por todos os cantos pelos quais preciso passar, pelos cantos dessa cidade e daquela outra, eu não sou feliz, felicidade é um estado, felizes são os outros, com a ternura daqueles que a vida não maltratou, essa coisa não é pra mim, eu sou reclamona mesmo, um pouco teimosa, e muitas vezes, desinteligente, agora sim? Acho que está bom, vamos viver que a vida não nos dá outra opção, e enquanto a gente vai levando e empurrando com a barriga, alguma coisa no baú da criação (Se é Deus, se são átomos, oh! Não sei!) está sendo preparada, e a gente vai achar, ah, algum dia tem que achar.
E você não pode reclamar, é o preço que se paga, ainda existem coisas boas, que maldita existência a minha! Eu não sei lidar com isso, eu desconheço tanta coisa, e só percebo o que não sei, em cada lugar que eu vou, só aprendo o que eu não sabia, e reclamo, reclamo tanto que vou desaparecendo, eu devia ser árvore, e aqui estou eu reclamando de novo, e achando que não está direito, que nada está direito, que nem esse blog é bom, que ninguém o lê, e se lessem, não gastariam um único segundo absorvendo nada, aliás, só nada poderia ser absorvido dele, nada de mim.
E mesmo assim, esse blog do qual reclamo, é grande parte de mim, é a minha existência, sem muito atrativos, sem muita firula, nada extrordinário, prazer, Ana Carolina. Eu me levo, eu me arrasto por todos os cantos pelos quais preciso passar, pelos cantos dessa cidade e daquela outra, eu não sou feliz, felicidade é um estado, felizes são os outros, com a ternura daqueles que a vida não maltratou, essa coisa não é pra mim, eu sou reclamona mesmo, um pouco teimosa, e muitas vezes, desinteligente, agora sim? Acho que está bom, vamos viver que a vida não nos dá outra opção, e enquanto a gente vai levando e empurrando com a barriga, alguma coisa no baú da criação (Se é Deus, se são átomos, oh! Não sei!) está sendo preparada, e a gente vai achar, ah, algum dia tem que achar.
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