Tem dias de domingo que passam como se nunca fossem passar, não é uma quinta-feira bêbada cheia de falsas expectativas, não é uma terça modorrenta, não é uma quarta pré-prova nem nada, é um domingo silencioso que parece jogar na sua cara o quanto você é sozinho, mesmo que não seja verdade, é tudo que parece ser no momento.
Eu ando criando esperanças até se uma formiga passar duas vezes na minha frente na rua, eu ando usando todas as minhas armas, muitas vezes em alvos errados, e mesmo quando são certeiros, são errados, e tô sem nexo, e tô sem tipo, e tô sem jeito.
E estou prestes a sair correndo de todos os lugares onde eu estive, e cometer erros novos, com pessoas diferentes, mas eu não gosto de rostos familiares? Agora de uma vez por todas ando pertencendo mais a essa cidade e a essas pessoas, e eu descubro que não faz tanta diferença assim, a solidão é inerente, e elas agora só dançam mais perto, mas não anulam nenhum sentimento ruim que eu possa vir a ter, é isso que me faz mal no mundo, e é por isso que acho que nunca serei feliz como um hamster.
Tem uma coisa que faria bem feliz hoje, ah se tem...mas não, esqueça, ela não aconteceu, e eu estou tão farta de tudo que até me fartei de me lamentar, e agora foi, por favor, alguém me encoraja de dar um tapa na sorte?
Sou eu, sou eles, e são todas essas angústias que quase nunca passam, elas me atordoam, não sei por onde começar, eu odeio a apatia, e essa falta insistente, essa insatisfação crônica, será que cada dia que passa é um dia a menos para eu te encontrar, por onde você anda? Anda tão perdido quanto eu? Será que falta muito pra eu me dividir em você? Quero esperar...
E pode ser que no fundo não tenha passado de um sonho, e quando eu penso que só isso que foi, eu tenho vontade de desistir de tudo, mas eu não vou desistir, mas a vontade é ainda mais triste, tem dias de domingo que passam como se nunca fossem acabar.
Triste a vida se ela fosse um eterno domingo...
Eu ando criando esperanças até se uma formiga passar duas vezes na minha frente na rua, eu ando usando todas as minhas armas, muitas vezes em alvos errados, e mesmo quando são certeiros, são errados, e tô sem nexo, e tô sem tipo, e tô sem jeito.
E estou prestes a sair correndo de todos os lugares onde eu estive, e cometer erros novos, com pessoas diferentes, mas eu não gosto de rostos familiares? Agora de uma vez por todas ando pertencendo mais a essa cidade e a essas pessoas, e eu descubro que não faz tanta diferença assim, a solidão é inerente, e elas agora só dançam mais perto, mas não anulam nenhum sentimento ruim que eu possa vir a ter, é isso que me faz mal no mundo, e é por isso que acho que nunca serei feliz como um hamster.
Tem uma coisa que faria bem feliz hoje, ah se tem...mas não, esqueça, ela não aconteceu, e eu estou tão farta de tudo que até me fartei de me lamentar, e agora foi, por favor, alguém me encoraja de dar um tapa na sorte?
Sou eu, sou eles, e são todas essas angústias que quase nunca passam, elas me atordoam, não sei por onde começar, eu odeio a apatia, e essa falta insistente, essa insatisfação crônica, será que cada dia que passa é um dia a menos para eu te encontrar, por onde você anda? Anda tão perdido quanto eu? Será que falta muito pra eu me dividir em você? Quero esperar...
E pode ser que no fundo não tenha passado de um sonho, e quando eu penso que só isso que foi, eu tenho vontade de desistir de tudo, mas eu não vou desistir, mas a vontade é ainda mais triste, tem dias de domingo que passam como se nunca fossem acabar.
Triste a vida se ela fosse um eterno domingo...
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