Às vezes num sábado chuvoso, pós ressaca da sexta-feira memorável, eu me lembro de lembrar de você, e esqueço que isso pode me ferir. Eu penso em te escrever pra te sentir, mais uma da infinidade de últimas vezes, dái eu me lembro de como isso vai me prejudicar, de como é uma relação de dar e nada receber, e resolvo escrever aqui, nessa página em branco que vai com certeza absorver mais do que eu sinto.
E eu me lembro de passar, como os seus, mas diferente, como sempre fui, passar de verdade, definitivo como a sua escolha, é o meu jeito de estancar. É o meu jeito de enfrentar as mentiras, e ilusões, de afugentar a tristeza por não poder sentir mais o propósito universal que nos ligava. Foram muitos sonhos e muitas ilusões, no final, não tem desproporção.
No final era isso, nada de especial.
E eu me lembro de passar, como os seus, mas diferente, como sempre fui, passar de verdade, definitivo como a sua escolha, é o meu jeito de estancar. É o meu jeito de enfrentar as mentiras, e ilusões, de afugentar a tristeza por não poder sentir mais o propósito universal que nos ligava. Foram muitos sonhos e muitas ilusões, no final, não tem desproporção.
No final era isso, nada de especial.
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