Depois que a gente cresce, percebemos as rachaduras que muitas vezes não víamos durante a infância, vemos que nossa família é muito mais do que aquele quadro pendurado na parede, muita mais complexa, densa, cheia de segredos ou mágoas.
Percebemos que as tragédias não acontecem só pela televisão, e que nós e as pessoas que a gente conhece e muitas vezes ama, estão à mercê de todas elas, das naturais às humanas.
Minha melhor amiga perdeu um prim da mesma idade que a nossa, uma mãe, rompendo toda a ordem natural das coisas, perdeu um filho de 23 anos, uma mocinha ficou sem um irmão mais velho, e o que fica é o gosto amargo da incompreensão.
Algumas coisas simplesmente a gente nunca vai entender, como a morte. Quem sabe um dia quando chegar a nossa vez, de algum lugar bateremos com a palma da mão na testa e bradaremos: "Ahh, agora entendi!"
Enquanto ficamos aqui vivos, continuamos a viver o mais normalmente conseguirmos, mesmo com todas as perdas e catástrofes, naturais ou humanas.
Percebemos que as tragédias não acontecem só pela televisão, e que nós e as pessoas que a gente conhece e muitas vezes ama, estão à mercê de todas elas, das naturais às humanas.
Minha melhor amiga perdeu um prim da mesma idade que a nossa, uma mãe, rompendo toda a ordem natural das coisas, perdeu um filho de 23 anos, uma mocinha ficou sem um irmão mais velho, e o que fica é o gosto amargo da incompreensão.
Algumas coisas simplesmente a gente nunca vai entender, como a morte. Quem sabe um dia quando chegar a nossa vez, de algum lugar bateremos com a palma da mão na testa e bradaremos: "Ahh, agora entendi!"
Enquanto ficamos aqui vivos, continuamos a viver o mais normalmente conseguirmos, mesmo com todas as perdas e catástrofes, naturais ou humanas.
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