Não conseguia entender como você me levou do céu ao inferno tantos dias na minha vida, como você me deu ar e me tirou toda a vida num curto espaço de tempo. Eu fui feliz como achei que não merecia, e triste igualmente.
Vai que o seu papel tenha sido o de me mostrar que nada vai durar para sempre, nem a felicidade, nem a tristeza e que tem tantas dúvidas e mentiras sinceras em frases que soam como verdades absolutas. Às vezes no meio da incerteza a gente falou alguma coisa que realmente desejou que fosse verdade, mas não conseguiu fazer com que fosse.
Agora o sofrimento acabou, mas ainda vai ficar em mim o desgosto de ter ficado tão feio, e pode ser que o triste seja saber que no fim, da vida ou de três meses, passa, será que então não foi legítimo? Será que só vale se sofrer pra sempre, e voltar sempre que você quiser surgir em alguma esquina? Se for assim, aceito a ilegitimidade, esse formato não me cabe.
Não sei o que se passa na sua cabeça, não te conheço mais, você também já me desconheceu, ao contrário da imutabilidade que você defende, sempre acabamos mudando, nos mudamos de lugar, não posso falar por você e não me cabe mais saber a respeito de tudo.
Isso é só um apanhado pra eu pontuar a despedida da sua vida da minha, pra eu não esquecer das coisas que não quero mais que me aconteçam e porque essas linhas são a única eternidade que tivemos.
O que dissemos tanto que não aconteceria, aconteceu, o " de onde saímos" deu espaço para o " onde nunca fomos parar " quebramos o acordo, mas me sinto bem com a leveza do deixar ir embora, no final, é apenas o fim mesmo.
Vai que o seu papel tenha sido o de me mostrar que nada vai durar para sempre, nem a felicidade, nem a tristeza e que tem tantas dúvidas e mentiras sinceras em frases que soam como verdades absolutas. Às vezes no meio da incerteza a gente falou alguma coisa que realmente desejou que fosse verdade, mas não conseguiu fazer com que fosse.
Agora o sofrimento acabou, mas ainda vai ficar em mim o desgosto de ter ficado tão feio, e pode ser que o triste seja saber que no fim, da vida ou de três meses, passa, será que então não foi legítimo? Será que só vale se sofrer pra sempre, e voltar sempre que você quiser surgir em alguma esquina? Se for assim, aceito a ilegitimidade, esse formato não me cabe.
Não sei o que se passa na sua cabeça, não te conheço mais, você também já me desconheceu, ao contrário da imutabilidade que você defende, sempre acabamos mudando, nos mudamos de lugar, não posso falar por você e não me cabe mais saber a respeito de tudo.
Isso é só um apanhado pra eu pontuar a despedida da sua vida da minha, pra eu não esquecer das coisas que não quero mais que me aconteçam e porque essas linhas são a única eternidade que tivemos.
O que dissemos tanto que não aconteceria, aconteceu, o " de onde saímos" deu espaço para o " onde nunca fomos parar " quebramos o acordo, mas me sinto bem com a leveza do deixar ir embora, no final, é apenas o fim mesmo.
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