Nunca imaginei que eu teria que lutar com você, que entraria num embate entre eu e suas palavras fáceis mas sempre insinuosas, nunca imaginei que teria que lutar com você uma luta muda, onde a minha única arma é a percepção e a obviedade de toda essa situação.
Nunca imaginei que pra lutar com você teria que lutar comigo mesma, que eu seria minha própria armadilha, que eu me deixaria tantas vezes numa emboscada, nunca imaginei que você me tornaria a pior inimiga de mim mesma, e que eu seria sua maior aliada.
Nunca imaginei que eu teria que lutar com quem dizia que ia cuidar de mim, com quem a presença me fazia sentir proteção, nunca imaginei que eu teria lutar com meu mais fiel soldado. Não quero ser redundante mas nunca, nunca imaginei que teria que lutar contra nenhum mal que você me causaria, nunca imaginei que você me causaria algum mal.
Nunca imaginei que um dia eu teria que desistir de você, de te convencer, de te mostrar, de te provar, pra começar a lutar, lutar no exército dos enganados, lutar contra as suas lembranças, contra sua incoerência, lutar contra o que não é verdade, não é, mas em que eu ainda acredito, sem razão nenhuma, sem embasamento nenhum, apenas pela tola idealização, pelo inconformismo, pelo romantismo de uma vida que ficou pra trás e que hoje se despedaça.
Podia ter sido amor, embora todos digam que não, podia ter sido amor, mas não foi, foi qualquer coisa da sua parte, eu não faço ideia do que, mas não foi amor, embora isso doa infinitamente hoje, eu não desejo nenhum mal a você, eu só desejo que um dia você enxergue, tenho medo da mágoa me doer pra sempre até o dia em que você enxergar o que causou a um ser humano que não fez nada senão se enganar (eu diria te amar, mas ah, eu não sei mais)
Isso tudo não passa de um clichê, tantas histórias iguais, achamos um dia que éramos especiais, ríamos dos casais normais com seus amores mentirosos, o nosso era maior, o nosso era sincero, não é? Pra mim um dia foi, mas hoje eu não sei se era pra você. Um dia, quem sabe se você crescer, você me convença de alguma coisa, me convença! Ainda dá tempo de você lutar do meu lado, não... não dá mais? Não, sou eu me colocando em outra emboscada, lute!
Não saímos de lugar algum, pra você foi uma novidade, pra mim em partes também, éramos jovens, chega agora de idealizar um passado sem futuro, hoje eu pedi de novo, mas eu não pedi pra você voltar, eu pedi pra deixar você ir de dentro de mim, eu pedi pra você ir de vez ao invés de ficar pela metade, eu não quero fugir dessa cidade também, quando isso tudo passar vou tatuar um segunda flor de lótus vermelha em mim, como a que eu fiz quando eu precisei renascer pro amor uma vez, e eu não quero mais tatuar flores de lótus vermelhas depois.
Seja lá o que for o amor, ele não é desses que aperta o meu peito, que me faz chorar, que me deixa esperando, que não está aqui do meu lado, que não existe mais na minha vida, que não me inclui, que faz eu não caber, e eu também não vou esperar por ele, tenho muita coisa pra ler, e muito bem pra causar, o amor no final pode ser que seja um conceito, o mais importante é o que vou deixar de mim pro mundo amanhã.
Continue lutando, continuarei.
Nunca imaginei que pra lutar com você teria que lutar comigo mesma, que eu seria minha própria armadilha, que eu me deixaria tantas vezes numa emboscada, nunca imaginei que você me tornaria a pior inimiga de mim mesma, e que eu seria sua maior aliada.
Nunca imaginei que eu teria que lutar com quem dizia que ia cuidar de mim, com quem a presença me fazia sentir proteção, nunca imaginei que eu teria lutar com meu mais fiel soldado. Não quero ser redundante mas nunca, nunca imaginei que teria que lutar contra nenhum mal que você me causaria, nunca imaginei que você me causaria algum mal.
Nunca imaginei que um dia eu teria que desistir de você, de te convencer, de te mostrar, de te provar, pra começar a lutar, lutar no exército dos enganados, lutar contra as suas lembranças, contra sua incoerência, lutar contra o que não é verdade, não é, mas em que eu ainda acredito, sem razão nenhuma, sem embasamento nenhum, apenas pela tola idealização, pelo inconformismo, pelo romantismo de uma vida que ficou pra trás e que hoje se despedaça.
Podia ter sido amor, embora todos digam que não, podia ter sido amor, mas não foi, foi qualquer coisa da sua parte, eu não faço ideia do que, mas não foi amor, embora isso doa infinitamente hoje, eu não desejo nenhum mal a você, eu só desejo que um dia você enxergue, tenho medo da mágoa me doer pra sempre até o dia em que você enxergar o que causou a um ser humano que não fez nada senão se enganar (eu diria te amar, mas ah, eu não sei mais)
Isso tudo não passa de um clichê, tantas histórias iguais, achamos um dia que éramos especiais, ríamos dos casais normais com seus amores mentirosos, o nosso era maior, o nosso era sincero, não é? Pra mim um dia foi, mas hoje eu não sei se era pra você. Um dia, quem sabe se você crescer, você me convença de alguma coisa, me convença! Ainda dá tempo de você lutar do meu lado, não... não dá mais? Não, sou eu me colocando em outra emboscada, lute!
Não saímos de lugar algum, pra você foi uma novidade, pra mim em partes também, éramos jovens, chega agora de idealizar um passado sem futuro, hoje eu pedi de novo, mas eu não pedi pra você voltar, eu pedi pra deixar você ir de dentro de mim, eu pedi pra você ir de vez ao invés de ficar pela metade, eu não quero fugir dessa cidade também, quando isso tudo passar vou tatuar um segunda flor de lótus vermelha em mim, como a que eu fiz quando eu precisei renascer pro amor uma vez, e eu não quero mais tatuar flores de lótus vermelhas depois.
Seja lá o que for o amor, ele não é desses que aperta o meu peito, que me faz chorar, que me deixa esperando, que não está aqui do meu lado, que não existe mais na minha vida, que não me inclui, que faz eu não caber, e eu também não vou esperar por ele, tenho muita coisa pra ler, e muito bem pra causar, o amor no final pode ser que seja um conceito, o mais importante é o que vou deixar de mim pro mundo amanhã.
Continue lutando, continuarei.
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