O gosto amargo que ficou depois daquelas palavras, a sensação de impotência e covardia, a perda de fé na humanidade, e a crença cada vez mais fanática na crueldade humana, na ganancia perseguida por passos decididos de grandes nomes, pequenos homens.
Até quando aguentaremos essa sede, quanto tempo irá durar o único meio de cessá-la? Não aprecio interrogações nas minhas linhas, mas elas são postas por outras mãos que fogem do meu controle.
Minha visão limitada do mundo, me obriga a mendigar resquícios de suposta inteligência humana, só assim poderiam, quem sabe, aliviar minha sentença.
Quem sou eu? Não deveria subestimar o homem, graças a ele eu vivo confortavelmente atrás de grades, eu como rapidamente coisas que eu nem sei do que são feitas, graças a ele minha sede será eterna.
Não escolhi a ignorância, escolheram por mim, por nós.
Até quando aguentaremos essa sede, quanto tempo irá durar o único meio de cessá-la? Não aprecio interrogações nas minhas linhas, mas elas são postas por outras mãos que fogem do meu controle.
Minha visão limitada do mundo, me obriga a mendigar resquícios de suposta inteligência humana, só assim poderiam, quem sabe, aliviar minha sentença.
Quem sou eu? Não deveria subestimar o homem, graças a ele eu vivo confortavelmente atrás de grades, eu como rapidamente coisas que eu nem sei do que são feitas, graças a ele minha sede será eterna.
Não escolhi a ignorância, escolheram por mim, por nós.
Comentários
Ana!
Toca fundoo!!
Mas eh lindoo
Se inspire também nos seus momentos mais alegres, e num se esqueça, viva sem se importar com a opinião dos outros!!
Te amoo
Beijosss