Olha, como eu queria que não doesse tanto, que esses olhos fitassem o de outra pessoa e não se deslumbrasse com a certeza do sim e não morressem com a realidade do não, entre tantas coisas que não sei, sei que muitas vezes o coração pode ser partido, e sei que muitas vezes ele não se restaura.
Você é a primeira pessoa que falou que a dor de amor também é física, e quantas pequenas vezes essa dor veio e não matou, é isso que a faz cruel? Ela não te mata, ela te machuca sem te ferir, silenciosa e calma, como um bom algoz.
Onde eu posso ficar nesse espaço de tempo onde os amantes dormem, onde as juras são feitas, tantos "para sempre" secretos? Eu fico na espera, porque de alguma forma eu sei que irá chegar, e quando que digo que percebo as pessoas, não minto e nem finjo, é isso que vejo em você, é "sorte de um amor tranquilo" e todas aquelas expectativas das quais a gente tanto fala, e que por mais que a gente negue, esperamos e esperamos...
Sabe quando você finalmente vai achar o amor? Quando deixá-lo chegar, o amor gosta do distraídos, dos que andam nas ruas olhando pro alto, dos que chegam mansinho e vão embora sem alarde, da minha paixão já não sei mais, só sei que ela vai chegar, uma, duas, três...
Tem coisa que soa como amor, se parece com amor, se auto-intitula amor, mas não é, e outras tantas que sem ao menos a gente perceber, já ama.
Você é a primeira pessoa que falou que a dor de amor também é física, e quantas pequenas vezes essa dor veio e não matou, é isso que a faz cruel? Ela não te mata, ela te machuca sem te ferir, silenciosa e calma, como um bom algoz.
Onde eu posso ficar nesse espaço de tempo onde os amantes dormem, onde as juras são feitas, tantos "para sempre" secretos? Eu fico na espera, porque de alguma forma eu sei que irá chegar, e quando que digo que percebo as pessoas, não minto e nem finjo, é isso que vejo em você, é "sorte de um amor tranquilo" e todas aquelas expectativas das quais a gente tanto fala, e que por mais que a gente negue, esperamos e esperamos...
Sabe quando você finalmente vai achar o amor? Quando deixá-lo chegar, o amor gosta do distraídos, dos que andam nas ruas olhando pro alto, dos que chegam mansinho e vão embora sem alarde, da minha paixão já não sei mais, só sei que ela vai chegar, uma, duas, três...
Tem coisa que soa como amor, se parece com amor, se auto-intitula amor, mas não é, e outras tantas que sem ao menos a gente perceber, já ama.
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