Eu tenho muita vontade de te dizer tudo que quero te dizer há muito tempo, vontade de finalmente me entregar a esse sentimento, de definitivamente te sentir, confessar que seu toque, seu beijo e seu cheiro são meus porque eu ainda não os esqueci, porque eles permanecem em mim com a devida importância que dou a eles.
Eu tenho vontade de rasgar tudo que escrevi pra você, porque nada é bom, e nenhuma palavra, verso ou frase consegue retratar, porque nada me soa mais adolescente do que os olhares que te lanço, ou os passos que te evito.
Quando espero que você não apareça nos lugares onde estou, é porque eu quero que me surpreenda com a sua presença perturbadora e familiar, que me traz de volta pra casa e que me remete a um turbilhão de sentimentos que eu não aguento mais sentir, quando eu sinto raiva de você, é a frustração de você ser tudo aquilo que eu detesto que você seja, e tudo aquilo que eu tenho certeza que não é apenas o que você é, porque você naquelas noites íntimas em que dividíamos nossos corpos em palavras, não era apenas o que você insiste em mostrar, você era mais de você mesmo, e eu não posso estar tão enganada de que você era um parte muito maior de você mesmo quando estava comigo, só queria que você fosse mais legitimamente só aquilo e não esse menino que não consegue controlar seus desejos e instintos.
Cansada de não poder dizer seu nome, cansada de ter que esconder aquilo que grita no meu peito, ter que gritar seu apelido para um monte de gente leviana, esse sentimento na verdade não passa mesmo de um simples apelido, atrás do qual você e o meu gostar tão revolto se esconde.
Eu vou te dizer ainda, o que eu guardo pra você, e nessa hora, seu nome, vai ser apenas o seu nome, e o que mais eu possa imaginar.
Eu tenho vontade de rasgar tudo que escrevi pra você, porque nada é bom, e nenhuma palavra, verso ou frase consegue retratar, porque nada me soa mais adolescente do que os olhares que te lanço, ou os passos que te evito.
Quando espero que você não apareça nos lugares onde estou, é porque eu quero que me surpreenda com a sua presença perturbadora e familiar, que me traz de volta pra casa e que me remete a um turbilhão de sentimentos que eu não aguento mais sentir, quando eu sinto raiva de você, é a frustração de você ser tudo aquilo que eu detesto que você seja, e tudo aquilo que eu tenho certeza que não é apenas o que você é, porque você naquelas noites íntimas em que dividíamos nossos corpos em palavras, não era apenas o que você insiste em mostrar, você era mais de você mesmo, e eu não posso estar tão enganada de que você era um parte muito maior de você mesmo quando estava comigo, só queria que você fosse mais legitimamente só aquilo e não esse menino que não consegue controlar seus desejos e instintos.
Cansada de não poder dizer seu nome, cansada de ter que esconder aquilo que grita no meu peito, ter que gritar seu apelido para um monte de gente leviana, esse sentimento na verdade não passa mesmo de um simples apelido, atrás do qual você e o meu gostar tão revolto se esconde.
Eu vou te dizer ainda, o que eu guardo pra você, e nessa hora, seu nome, vai ser apenas o seu nome, e o que mais eu possa imaginar.
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